

O superintendente do Aeroporto Regional Sílvio Name Júnior, Marcos Valêncio, aposta que a cidade tem boas condições de ter, dentro de alguns anos, o principal centro aeroportuário de passageiros das regiões norte e noroeste e o maior de cargas do Estado.
O terminal maringaense opera hoje com 18 pousos e decolagens por dia e três companhias aéreas, atendendo a uma região de aproximadamente dois milhões de habitantes.
Ainda é pouco para a construção de uma segunda pista, mas quando houver a demanda, a área necessária para a obra deve estar desocupada. Essa é a preocupação da administração do aeroporto, que tratou do assunto em recente reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem).
A Terminais Aéreos Maringá (SBMG), companhia criada pela Prefeitura para administrar o aeroporto, teme que o crescimento da cidade resulte na ocupação populacional da área prevista para a segunda pista de pousos e decolagens.
“Hoje não temos demanda para uma segunda pista, mas se não preservarmos o entorno, não teremos espaço para outra pista nunca”, comenta Marcos Valêncio. O projeto para o terminal prevê o prolongamento da pista atual de 2,1 mil metros para 3,6 mil metros, o que vai permitir, segundo Valêncio, até o pouso de aviões do porte de um Boeing 747. Uma das novidades apresentadas por Valêncio é a inauguração de um vôo internacional de cargas prevista para o final deste semestre entre Maringá e Miami, nos Estados Unidos.
A rota será semanal, e segundo o superintendente, faltam apenas alguns detalhes para a liberação dos vôos. “Já temos o aeroporto habilitado para vôos internacionais de carga. Só falta a adequação para a receita fazer o alfandegamento”, explica. (O Diário)
O terminal maringaense opera hoje com 18 pousos e decolagens por dia e três companhias aéreas, atendendo a uma região de aproximadamente dois milhões de habitantes.
Ainda é pouco para a construção de uma segunda pista, mas quando houver a demanda, a área necessária para a obra deve estar desocupada. Essa é a preocupação da administração do aeroporto, que tratou do assunto em recente reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem).
A Terminais Aéreos Maringá (SBMG), companhia criada pela Prefeitura para administrar o aeroporto, teme que o crescimento da cidade resulte na ocupação populacional da área prevista para a segunda pista de pousos e decolagens.
“Hoje não temos demanda para uma segunda pista, mas se não preservarmos o entorno, não teremos espaço para outra pista nunca”, comenta Marcos Valêncio. O projeto para o terminal prevê o prolongamento da pista atual de 2,1 mil metros para 3,6 mil metros, o que vai permitir, segundo Valêncio, até o pouso de aviões do porte de um Boeing 747. Uma das novidades apresentadas por Valêncio é a inauguração de um vôo internacional de cargas prevista para o final deste semestre entre Maringá e Miami, nos Estados Unidos.
A rota será semanal, e segundo o superintendente, faltam apenas alguns detalhes para a liberação dos vôos. “Já temos o aeroporto habilitado para vôos internacionais de carga. Só falta a adequação para a receita fazer o alfandegamento”, explica. (O Diário)





































